A polissonografia feita no seu sono, na sua cama, na sua casa. Sem noite de hospital, sem mudar a rotina. Você dorme como dorme — e o exame mostra o que de fato acontece enquanto você não percebe nada.
Indicação e valores sob avaliação · Lages/SC e região
Ronco, sono pesado, acordar com a boca seca, pressão alta de manhã, sono que não restaura. A maioria das pessoas convive anos achando que é "normal da idade". Quase nunca é.
Ronco alto e frequente é o sinal mais comum de que o sono não acontece como deveria.
Dormir oito horas e acordar sem energia é fragmentação — o sono existe, mas não é reparador.
A pressão costuma subir durante a noite. A medida da manhã é uma das poucas janelas que mostram isso.
Adormecer em reunião, no trânsito, depois do almoço. A privação de sono mais profunda aparece aqui primeiro.
Despertares repetidos ao longo da noite, mesmo sem lembrar deles na manhã seguinte.
Quando o motivo nunca foi investigado, o tratamento vira acomodação. O exame é o que separa uma coisa da outra.
A diferença entre a polissonografia em casa e a de hospital é essa: o exame mede o sono que você tem de verdade.
Avaliamos se a polissonografia faz sentido no seu caso — e se não faz, dizemos isso.
Você recebe o equipamento, orienta a instalação em poucos minutos e dorme normalmente. Ninguém observa você.
Os dados são analisados e revisados numa consulta. Você recebe a leitura em linguagem clara, não em número solto.
O exame não mede "quantas horas você dormiu". Ele descreve a estrutura da noite — que é onde fica a resposta para a maioria dos roncos.
Se a respiração está regular ou há pausas repetidas ao longo da noite.
Como o oxigênio se comporta durante o sono. É um dos dados mais reveladores do exame.
Como o coração trabalha a noite inteira, incluindo as variações da respiração.
Períodos de movimento raro e os despertares. Ajuda a distinguir o sono fragmentado.
Quanto tempo realmente dormido — quase sempre diferente do que a pessoa acredita.
Quando o ronco aparece e em que posição de corpo ele acontece.
A gente avalia se a polissonografia faz sentido no seu caso. Se não fizer, dizemos que não faz — e dizemos o que costuma funcionar no lugar.
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